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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Prefeitura de Prudentópolis forma comissão para revisar Plano Diretor do Município.

Recorte do Diário Oficial de Prudentópolis de 23 de Janeiro de 2014 - Edição 504 - página 6
Através do decreto 009/2014, datado de 22 de janeiro de 2014, o prefeito municipal de Prudentópolis nomeou os servidores municipais Luiz Carlos Antoniuk, Luis César Sanches, Eduardo Moisés Klosouski, Paulo Sérgio Guedes e Marcelo Willian Charnei, para, sob a presidência do primeiro, comporem a Comissão de Revisão do Plano Diretor de Prudentópolis.


Como se sabe é no plano diretor de cada município que fica definido quais atividades podem ou não podem ser desenvolvidas em cada região do munícipio e quais serão as proibições ambientais.

É no plano diretor e na lei de uso do solo que ficam regulados por exemplo, onde podem ou não podem funcionar estabelecimentos de piscicultura, fruticultura, bares, pequenos negócios, irrigação, beneficiamento de grãos, fumicultura, estufas de fumo, estabelecimentos comerciais, empresas de transporte, de silos e armazéns, escritórios de assistência rural, consultórios médicos, escolas, igrejas e também, centrais elétricas de qualquer tamanho, que produzam energia de qualquer fonte, seja ela hidráulica, eólica, de biomassa, solar, etc.

Macrozoneamento de Prudentópolis vigente com usos PERMITIDOS, PERMISSÍVEIS e PROIBIDOS

Para o presidente da ENERBIOS, engenheiro Ivo Pugnaloni é muito importante que a população de Prudentópolis participe do processo de revisão do Plano Diretor.

“Se olharmos no plano diretor atual, há regiões em que, se ele fosse seguido à risca pela prefeitura, não poderiam por exemplo, funcionar nem mesmo bares, escolas e igrejas que já existem, há mais de sessenta anos, o que seria incompreensível. Por isso é muito importante que a população participe, comparecendo às audiências públicas, lendo o diário oficial e através de suas organizações como os conselhos municipais, as associações, os sindicatos, as cooperativas e as comissões das paróquias e igrejas. Além do mais, quando se proíbe tudo numa região ou se deixa a proibição pouco clara, os terrenos perdem seu valor e por falta de alternativa sobre o que fazer com eles, os agricultores e proprietários terminam sendo obrigados a deixar sua terra, desfazer-se dela a preço vil e a vir morar na cidade, contra sua vontade.” 

“Nós mesmos da ENERBIOS temos muito interesse em participar e contribuir com essas questões haja vista os programas que pretendemos desenvolver no Rio dos Patos e os investimentos previstos nas PCHs”, concluiu Ivo.

A ENERBIOS disponibilizará no seu site todas as informações que obtiver sobre este assunto de vital importância para o desenvolvimento sustentável do município em uma página especial. O plano diretor atual e a lei de uso do solo, com mapas atuais estão disponíveis nos links abaixo:

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