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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Comentário do Presidente da Enerbios sobre matéria da Globo: “Produção das Hidrelétricas é a menor desde 2005.”


Perguntas sem resposta: como é possível que a construção de novas hidrelétricas, que nos fazem tanta falta, ainda tenham tantos inimigos dentro do próprio governo? Como é possível que para se construir uma hidrelétrica com reservatório de menos de 15 campos de futebol de alagamento, sejam necessários até dez anos para se conseguir a autorização da ANEEL e na EPE, tenham querido pagar, há um ano, menos do que 50% do valor mínimo para dar-lhes viabilidade, segundo a própria ANEEL?
Por que isso precisa ser assim? A população do Brasil, os parlamentares, os juízes, promotores, precisam se fazer estas perguntas. Precisamos levar às universidades, às escolas técnicas, às escolas de todo o Brasil estas preocupações que são de todos, pois estão ligadas À sobrevivência de todos, pois sem agua potável e sem energia, que tipo de sociedade é possível? Quem de nós afinal vai ou não vai ter acesso à agua e à energia, sem reservatórios? Qual é nosso futuro sem essas duas coisas? Isso não é mais um problema entre  “os técnicos” do governo de um lado e “os empresários” do outro. Isso é um problema de segurança nacional e os responsáveis por ela, aí incluída a presidenta da Republica precisam verificar o que está acontecendo, mas de perto. Sem intermediários. Pessoalmente. Nós empresários das pequenas hidrelétricas, situadas próximas aos centros de carga, temos 9400 MW de soluções, mais de 65% de Itaipu para oferecer. Queremos ajudar o Brasil com energia limpa, renovável, de impacto ambiental favorável e acima de tudo nacional. Mas não nos deixam, ao que parece por darem preferencia às termoelétricas! Precisamos avisar a população brasileira sobre essas coisas, antes que seja tarde.


Diretor-Presidente da Enercons e ABRAPCH

Ivo Augusto de Abreu Pugnaloni

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