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segunda-feira, 29 de junho de 2015

RPC TV mostra PCHs como alternativa de menor impacto ambiental para gerar energia com a força da água.

Fonte: Redação ABRAPCH
Uma reportagem exibida no último sábado ao meio dia no programa “Paraná TV”, da RPC TV, afiliada da Rede Globo em  Curitiba, mostrou as três PCHs que estão sendo desenvolvidas nos municípios de Ivaí, Guamiranga e Prudentópolis, no Paraná pela ENERBIOS, empresa do grupo ENERCONS, uma associada da ABRAPCH, cujo responsável técnico é o presidente da associação, engenheiro Ivo Pugnaloni.

Confira a reportagem:

http://globotv.globo.com/rpc/parana-tv-1a-edicao-curitiba/v/investidores-planejam-melhor-aproveitamento-da-agua-na-geracao-de-energia/4282564/

 No site do Vale dos Rios dos Patos, administrada pela equipe da Enerbios, você encontra informações detalhadas sobre os empreendimentos e sobre os mais de 40 programas ambientais de piscicultura, aquicultura, irrigação, fruticultura, turismo, museus, parques ecológicos que serão implantados em conjunto com as PCHs. A ENERBIOS informou que durante a gravação da reportagem foram transmitidos pelo engenheiro Ivo Pugnaloni, alguns detalhes importantes, como a pequena altura das barragens, de apenas 8,25 metros, 9,50 e 9,80 m. Também foi salientado várias vezes que a área alagada total não vai exceder os 8 hectares, somando as três PCHs, equivalentes a somente 8 campos de futebol oficial.

A edição final, talvez por falta de tempo, ( a reportagem toda tem somente 4 minutos e 44 segundos ) impossibilitou aos telespectadores tomarem o conhecimento de qualquer informação sobre a pequena altura dos barramentos, o valor ínfimo da pequena área alagada das APPs e os benefícios ambientais e aos outros usos da agua que serão implantados para beneficiar a população local e da região, como a piscicultura, a fruticultura irrigada, os acessos por asfalto.

Nem mesmo o valor total dos investimentos, que supera os 100 milhões de reais, 30% maior do que todo o produto interno bruto do município de Prudentópolis, foi mencionado. Assim mesmo a reportagem forneceu algumas características das PCHs, como seu pequeno impacto ambiental comparado com as grandes usinas. “Adotando uma linha que procurou ser isenta, a matéria não caiu no “clima de terror” e de “demonização” dos investidores. Um bom começo, mas que mostra como existe pouca informação sobre o assunto. E como continuará existindo, se o nosso setor não fizer a sua parte, investindo também na questão da comunicação social.”, afirmou Ivo Pugnaloni,  que gostou muito da reportagem.

Segundo o executivo da ABRAPCH “apesar de muito curta, a reportagem chamou atenção para essa alternativa energética que vem sendo de ignorada pelos governos estaduais que não alocam pessoal suficiente nos órgãos ambientais para proceder ao licenciamento, provocando a excessiva emissão de particulados e gases de carbono pelas termoelétricas fósseis, cuja energia custa até sete vezes mais caro do que as PCHs”.

“Em breve a ABRAPCH vai publicar um livro com as vantagens das PCHs para o ambiente, para os produtores  vizinhos a elas, para a economia local e nacional. E claro, para o fornecimento de energia limpa, segura e permanente, pois produzida em conjunto com outras fontes renováveis que tem seus períodos de máxima produção exatamente quando as chuvas escasseiam. Já estamos trabalhando em uma série de vídeos informativos sobre isso também.”, concluiu.

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