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terça-feira, 2 de junho de 2015

Setor Elétrico tem que mirar a retomada do crescimento, diz Braga

O Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, declarou nesta quarta-feira, na abertura do 12º Encontro Nacional do Setor Elétrico (Enase) no Rio de Janeiro, que o setor deve estar preparado para atender às necessidades de crescimento do País, garantindo segurança energética, mas com custos descendentes.
Ele avaliou que a vitória de ontem no Congresso Nacional, quando foram aprovadas medidas importantes do ajuste fiscal, foi uma demonstração para os mercados nacional e internacional de que o País está levando a sério o compromisso do ajuste. Mas observou que as medidas não são um objetivo em si, mas um meio para um crescimento robusto, duradouro e contínuo da economia, o que exigirá oferta de energia, principalmente elétrica.

“Nosso setor será responsável por um insumo fundamental para que, passada essa fase de ajustes, e esta fase de desafios iniciais, nós possamos assegurar que o Brasil não terá na energia elétrica, e na energia de modo geral, um gargalo que impeça a retomada do crescimento no ritmo e na velocidade que todos nós acreditamos que o Brasil vai alcançar”, afirmou.

O ministro disse que o Ministério está tomando as medidas para fortalecer ainda mais o setor e o faz dialogando com os agentes. Sua presença no encontro, onde também estavam as principais autoridades do setor elétrico, representava a disposição ao diálogo. “O nosso primeiro desafio e o nosso primeiro compromisso quando chegamos ao ministério foi exatamente restabelecer o diálogo com o setor. “Creio que o MME está demonstrando a cada dia que está aberto ao diálogo com o setor e minha presença hoje aqui é mais um passo, uma comprovação, desse compromisso”, comentou.
Comentário de Ivo Pugnaloni, presidente da ABRAPCH:
Apostar no fracasso pode ser o melhor caminho para errar feio e perder oportunidades. Ainda mais quando, do outro lado, existam tentando acertar e fazer a coisa andar, outros 200 milhões de pessoas que não querem fracassar. A atitude de alguns em preferir amplificar e exagerar as debilidades reais de nossa economia ( que contraditoriamente está “à beira da ruína” e ao mesmo tempo, está quase no pleno emprego), faz suas primeiras vítimas entre os próprios órgãos de informação que preferem promover o pessimismo a mostrar novos caminhos e exemplos de recuperação. O “tiro no pé” ocorre por que, amedrontados pela “crise que vem aí”, seus próprios anunciantes cortam verbas de publicidade, ameaçando a sobrevivência dos próprios “exagerados”, levando a um  processo visível de demissões em massa de já centenas de profissionais desses veículos de comunicação.
Tem razão nesse ponto o ministro Braga. Apostar no fracasso, para quem investe em energia, não parece ser muito razoável.
Fonte: MME

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