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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Goiás discute PCHs para resolver crise energética

Na última terça-feira (17), ocorreu em Goiânia o evento “Energias Renováveis e seu Papel na Matriz Energética do Brasil”, o qual contou com a palestra de Sevan Naves,  presidente do Conselho de Adminstração da ABRAPCH, abordando assuntos relacionados ao “Potencial e Desafio ao Desenvolvimento das PCHs nas Regiões Norte e Centro-Oeste, do COEMA-Conselho Temático do Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI – Confederação Nacional da Indústria.


Participaram representantes das federações da indústria de 11 estados e DF, além da CNI e do Ministério Público e dos órgãos ambientais dos estados. Com enfoque nas questões ambientais, foram discutidos a problemática creditícia, outorga,conexão, questões relacionadas ao licenciamento ambiental e leilão.
Em entrevista Sevan Naves relatou que durante o evento, além de terem sido debatidas as principais situações relacionadas ao setor, também houve a apresentação de aspectos históricos, assim como as etapas de funcionamento de uma PCH e os seus benefícios. “Foi uma discussão muito interessante e intensa, onde os participantes puderam conhecer em detalhe a importância das PCHs, inclusive quando  ajuda no próprio processo de gestão e preservação das águas, ao segurar a água doce no continente. Questões que  esclarecemos e deixamos claro afirmando que uma PCH não estraga o ambiente, pois cria um novo ambiente, o aquático, que pode ser usado,  por exemplo, para piscicultura intensiva e os múltiplos usos”.
O Presidente do Conselho da ABRAPCH concluiu afirmando a forte evidência e necessidade de agilizar o processo de simplificação do licenciamento ambiental também no estado de Goiás, que vem se destacando no cenário nacional pelo crescimento de sua indústria.
“Não há mais como negar que a questão do licenciamento ambiental deve ser resolvida o quanto antes pelos governos estaduais e de preferencia, contando com a ajuda do governo federal. Mas se isso não for possível os próprios governos devem tomar à frente, pois por exemplo, apenas aqui em Goiás, são 332 MW esperando licenças, equivalentes a 2,5 bilhões de investimentos e mais de 16 mil empregos. É muito dinheiro que o Estado de Goiás poderia estar arrecadando e muita gente que poderia estar trabalhando.”, concluiu Sevan que é o presidente da Triton Energia, que investiu na construção de seis  PCHs no estado, das quais duas já em operação.

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